Não sei ao certo
A ausência de tudo, a presença de nada.
Esse sentimento que não se sabe, essa aparência, esse vazio tão presente.
É tudo tão sereno quanto o intervalo de uma tempestade, uma folha pode derrubar tudo e tudo é tão forte quanto pedra.
Sobra de sombra e luz indefinidos, misturados como nenhum mestre da pintura poderia capturar.
Nervoso por estar tão calmo e preocupado por estar tranquilo.
Vontade de sorrir chorando e chorar berrando.
Expandir e contrair.
Tudo ao mesmo tempo.
Não estou acostumado com a paz.