Não sei ao certo

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1 min de leitura


Isto aqui foi escrito em 2017. Provavelmente eu penso outra coisa hoje.

A ausência de tudo, a presença de nada.

Esse sentimento que não se sabe, essa aparência, esse vazio tão presente.

É tudo tão sereno quanto o intervalo de uma tempestade, uma folha pode derrubar tudo e tudo é tão forte quanto pedra.

Sobra de sombra e luz indefinidos, misturados como nenhum mestre da pintura poderia capturar.

Nervoso por estar tão calmo e preocupado por estar tranquilo.

Vontade de sorrir chorando e chorar berrando.

Expandir e contrair.

Tudo ao mesmo tempo.

Não estou acostumado com a paz.

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