E se o “Patux” morresse?

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Isto aqui foi escrito em 2013. Provavelmente eu penso outra coisa hoje.

Ontem me peguei, mais uma vez, imaginando como seriam meus dias, minha rotina, caso eu decidisse simplesmente “””apagar””” o “Patux” da internet, e tirei algumas conclusões prévias. Possivelmente você já tenha se feito o mesmo questionamento.

Sem Google+, sem Twitter, sem Facebook, sem podcast para gravar e editar, sem site pra gerenciar. Nada.

Vamos à lista, sem definir o que é pró e o que é contra, porque isto é por demais relativo.

– eu leria mais notícias, livros, contos;
– eu voltaria a escrever mais (até escrevo um bocado, vocês é que só tem acesso à parte disto);
– veria mais filmes e séries;
– dormiria mais;
– consumiria menos conteúdo em forma de podcasting;
– teria menos contato com alguns conhecidos e colegas;
– teria menos amigos do que tenho;
– gastaria menos com artigos tecnológicos;
– a Fórmula 1 perderia quase metade da graça que tem para mim hoje;
– futebol não seria mais que um pseudo-esporte (hoje ele é um pseudo-esporte que me rende muitas, mas MUITAS, risadas graças à interação que o “Patux” tem com outras pessoas sobre o tema);

Enfim, esta é uma pequena lista de mudanças que minha rotina sofreria caso o “Patux” morresse.

Mas não, ele ainda não morrerá… ainda não…

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Um comentário

  1. Mitch Souza

    Bons pontos. Eu penso nisso e se eu morresse de fato, na minha forma física (avantajada).

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