Por Quê?
Dê play no vídeo e comece a ler!
Engraçado, não é?
Mas acho que para a menina não foi muito. Pensando melhor, até para o rapaz do outro lado da linha também deve ter sido um pouco tenso, mesmo se ele estivesse se lixando para os sentimentos da garota, ele deve ter sentido alguma coisa que o incomodou. Até porque ele poderia muito bem ter desligado o telefone e poupado seus ouvidos de muitos gritos, choradeiras e súplicas.
Terminar um relacionamento não é fácil, apesar de doloroso, acaba sendo mais prático quando terminam conosco, pelo menos você sofre na hora. E quando sentimos um carinho por uma pessoa, mas sabemos que não tem mais jeito um relacionamento de mão única? Você ensaia o que dizer, tenta apelar para o batido: ” Não é você, sou eu”, tenta ser legal, mas não adianta. A perspectiva de fazer alguém sofrer é angustiante. A não ser que você seja sádico, aí é até gostoso.
Como tudo na rede hoje é motivo de piada e chacota, muitos riram desse vídeo. Acho que se eu não tivesse sofrido tanto com meus relacionamentos anteriores, eu também riria. É muito menos complicado rir de algo que você não entende, de algo que você mantém certa distância. Talvez hoje, passado o tempo a própria menina esteja rindo da situação ou talvez tenha deixado uma cicatriz que ainda doa. Nunca se sabe.
Mas talvez ela deva ter aprendido que na vida tudo é finito, inclusive a própria vida e que o amor é uma das poucas coisas que fogem à regra e dura muito e é mutável, volátil.
Tomara que vocês não passem por isso.
:/
Adorei a sua crítica de situação. É muito fácil rir daquilo que não te toca. Quem sabe, isso não seja uma forma de fuga também, né?
Abraços.
Se ela está ocupada ao telefone, o “terminante” está do outro lado, então quem gravou?
Uma questão interessante. Ahh sim, e por que?
Bruno, provavelmente um irmão ou até a mãe, para mostrar o quão “idiota” ou para fazê-la rir posteriormente após uns anos para ver como era “boba”. Mas pela atitude de postar no youtube, ou foi irmão ou “amigo(a)”.
As vezes precisamos olhar de fora para vermos o nosso próprio mundo.
Não entendi muito o post, mas sempre cabe refletir, e espero, não viver coisas assim.