Ela adora me fazer de otário #1

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Isto aqui foi escrito em 2009. Provavelmente eu penso outra coisa hoje.

Eu sou o Queiroz e escrevo nos Escritos Malditos, MovieYou e Monalisa de Pijamas e  estreando aqui no Blablaismo, essa coluna que tem as primeiras palavras daquela música por motivos óbvios, quero falar da maior fanfarrona da música atual, Beth Ditto.

Beth Ditto

Beth Ditto nasceu em Searcy, Arkansas, EUA, em 19 de Fevereiro de 1981 é a vocalista da banda The Gossip, formada em 1999 em Olympia, Washington, Ditto no vocal, na guitarra Brace Paine, e fechando o power trio na bateria Kathy Mendonça, cujos os temas das músicas falam de suas formas e sua preferencia por mulheres, tanto que a música “Standing in the Way of Control“, foi escrita por Ditto como uma resposta à sua decisão do governo de negar direitos de casamento de casais LGBT.

E dentro disso se for enquadrar a The Gossip em um estilo poderiamos chamar de Queercore (if you know what I mean). A discografia da banda:

That’s Not What I Heard – (2001)
Movement – (2003)
Standing in the Way of Control – (2006)
os Eps são: The Gossip – (1999) (EP)
Arkansas Heat – (2002) (EP)
Real Damage – (2005) (EP)
GSSP RMX – (2006)  (EP)
Undead in NYC – (2003) (Ao vivo)
Live In Liverpool – (2007). (Ao vivo)

Ditto já foi indicada em 2007 ao NME Awards, como sendo a Mulher Mais Sexy do Mundo, e não me pergunte o que aconteceu com ela nesses 2 anos, pois foi exatamente por ter essas formas.

Ditto atualmente escreve uma coluna para a consultoria do jornal Britânico The Guardian, que aparece na sua seção ‘G2’ às sextas-feiras, intitulado “What Would Beth Ditto Do?“.

Então é isso, pessoas, até a próxima.

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3 comentários

  1. michle

    nossa…tô desatualizada mesmo;;;nunca ouvi falar dessa banda.

    bjo

  2. Wagner Brito

    Não dá para negar que é uma banda de atitude e com uma sonoridade boa. Só resta saber quanto tempo vai durar ou é apenas moda.

  3. QUEIROZ

    Acho que a figura da Ditto, talvés seja mais forte e impressionante que o próprio conceito da banda. E The Smiths, sempre será A banda que defende a ideia. Morrissey é um só.

    Valeu Wagner.

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